segunda-feira, 5 de abril de 2010

Opusculo - Cap. 3 - Picada na mão

"Um dia eu disse que Edwart havia corrido corrido com uma velocidade sobre-humana um carro que estava prestes a me atropelar. Edwart estava frio caomigo.
De repente, ele estava lá.Edwart. Edwart, parado lácom seu cabelo cortado à maquina e seu maxilar masculo, sob a pele áspera e sua barba clara. Havia algo vermelho preso nos seus dentes. Com um acesso de náusea, de repente compreendi o que ele era.Paciente de dentista.
Ele se endireitou quando agarrei seus cabelos em minhas mãos como rédeas e lhe dei um gentil pontapé para faze-lo andar. Então, ele desmaiou.
De repente, ele soltou meu cabelo. Tirou um pouco de desinfetante do bolso e freneticamente esfregou na boca.
-Encontrei um morcego no sótão e apanhei! Claro, era um morcego morto.
Morcego, hein? Pensei, repetitivamente. Talvez Edwart tivesse contraido raiva.
De repante, lembrei-ma do acidente, e do corpo à prova de neve de Edwart, e de seus olhos que mudavam de sei-lá-que-cor para verde, e eu descobri. SIM! VAMPIRO!"

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